segunda-feira, 26 de maio de 2008
O meu irmão tem um blog novo. Está aí nos links a sua rua!
No outro dia ofereceu-me um presente lá! Ele sabe do que gosto e mais do que isso espero que saiba que está presente sempre. É uma questão de irem descobrir!!
Por tudo o que ele é e sem querer ser lamechas, é muito mais que uma pai, que um irmão, que um confidente. É acima de tudo alguém que me ensina e que caminha comigo lado a lado! Com ele sinto-me uma melhor pessoa. Todos os dias vou para casa como um Homem!
Tenho amigos que prezo muito. Amigos mesmo a sério. E sou amigo!
Agora diz-me que sim. Quero estar! Take 2.
Chuva cai, o sol brilha que eu vejo. Cintila comigo, esse é o meu desejo.
sexta-feira, 16 de maio de 2008
segunda-feira, 5 de maio de 2008
sexta-feira, 25 de abril de 2008
terça-feira, 15 de abril de 2008

Tu tens de viver
Esta foram as últimas palavras que ouvi da tua boca. A tal boca que adorava sentir perto de mim. Da qual saíram o “Eu amo-te”.
Sabes deixei de te ouvir. Agora. Já não te ouço mais. Não consigo nem ouvir o teu respirar por mais silencioso que seja.
Mas quero fazê-lo outra vez. Um dia em que te consiga voltar a ouvir.
Olha para mim. Volta a olhar. Uma só vez...
Onde está a lua que falavas? O vento que te fazia esvoaçar por entre os meus dedos, o meu abraço para não te deixar partir, o tal que era uma âncora.
Sabes , parece que estou no fundo do mar de tão profundo que o meu amor o é. Hoje sou o peixinho que está no escuro do mar, só a respirar de muito em muito tempo, como se o meu coração fosse igual e só batesse de longe a longe. Este peixinho que sou hoje, de olhos esbugalhados vêem mal. Ou melhor, nem te conseguem ver mas sentem-te. Sentem o teu olhar, o teu cheiro e a tua voz. E eu que não queria, ou que queria e não dizia. E eu, aqui perdido por te olhar... só mais uma vez, só mais esta vez em que sou um peixinho!
Esta foram as últimas palavras que ouvi da tua boca. A tal boca que adorava sentir perto de mim. Da qual saíram o “Eu amo-te”.
Sabes deixei de te ouvir. Agora. Já não te ouço mais. Não consigo nem ouvir o teu respirar por mais silencioso que seja.
Mas quero fazê-lo outra vez. Um dia em que te consiga voltar a ouvir.
Olha para mim. Volta a olhar. Uma só vez...
Onde está a lua que falavas? O vento que te fazia esvoaçar por entre os meus dedos, o meu abraço para não te deixar partir, o tal que era uma âncora.
Sabes , parece que estou no fundo do mar de tão profundo que o meu amor o é. Hoje sou o peixinho que está no escuro do mar, só a respirar de muito em muito tempo, como se o meu coração fosse igual e só batesse de longe a longe. Este peixinho que sou hoje, de olhos esbugalhados vêem mal. Ou melhor, nem te conseguem ver mas sentem-te. Sentem o teu olhar, o teu cheiro e a tua voz. E eu que não queria, ou que queria e não dizia. E eu, aqui perdido por te olhar... só mais uma vez, só mais esta vez em que sou um peixinho!
Música : "foste tu"
Foto: Gui by me
Dá me a mão. A tua.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Duas vidas paralelas e fugazes como o lume brando a esmorecer.Uma visita perdida, um gesto nunca esquecido mas não presente.
As feridas essenciais ainda abertas e, tal como um poeta na rua, grito com ênfase para te afastar... solidão.
Um abraço mais que presente, sentido em todas as noites, perdido num edredon colorido, também ele testemunha do teu coração poderoso.
Sou doido por ti, maluco em pequenos gestos. São filmes proibidos relembrados até à exaustão num imaginário tão próprio, tão nosso, tão lindo.
Agora, no parapeito de uma janela, imagino - te na tua, ouvindo sorrindo e no teu piscar de olho tão característico, esperar que a luacontinue a brilhar sobre o rio reflectida na tua estrela.
Aquela tal que um dia fui buscar para ti, a tal que para sempre será tua e uma parte de ti.
Som:Fim da tarde - Tiago Bettencourt
Foto: (tlm)
sábado, 29 de março de 2008

"Se me comovesses o amor como me comove a morte dos que
amei, eu viveria feliz. Observo as figueiras, a sombra dos muros, o jasmineiro em que ficou gravada a tua mão, e deixo o dia caminhar por entre veredas, caminhos perto do rio. (...)"
(...) "Por isso não me procures, não me encontres, não me deixes, não me conheças. Dá-me apenas o pão, a palavra, as coisas possíveis. De longe"
in "se me comovesses o amor" de Francisco José Viegas, Edições Quasi
Um dia a verdade dos teus dias será descrito com o meu olhar. A felicidade do teu Mundo, imprevísivel como o meu sonho e o teu sorriso belo como a lua encadeada pelo sol, num eclipse que nos fará entrelaçar um dia mais as nossas mãos, os nossos corpos numa vida só.
Som: Lenny Kravitz - "I'll Be Waiting
Foto: By me
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