segunda-feira, 30 de novembro de 2009
P&I ou PI
Sabes que a história tem um final trágico? Sabes, não sabes?
Dona Inês e Dom Pedro. A Inês não foi só a miúda que conheceste ontem Pedro. A Inês foi o olhar, o sorriso, foi o culminar de uma mão partilhada por breves segundos.
Pedro passou a noite toda com um olhar. Apenas direccionado. Um olhar “vidrado”, um olhar que o fez voltar a viver.
Demasiado estranho. Quase perfeito. Tudo pareceu pouco, mesmo com medo de dar a mão. Mesmo com receio de um abraço.
Inês corresponde não só com um sorriso mas acima de tudo com a perfeição da simplicidade. E quanto era bonita a Inês e a sua simplicidade.
Aliás nunca imaginei que a simplicidade poderia ser praticamente perfeita.
Pedro continuou a viajar e a sorrir. A viajar mais. Viajou ontem, viajará brevemente. Inês sorri. Não minto pois não?
Qual é a melhor viagem para além daquela que se faz de uma forma instintiva com a felicidade de um abraço pelo meio ?
Impenetrável o Pedro foi sempre. Praticamente sempre. “à procura da batida perfeita”.
P&I juntos são 3,14… PI podia ser o sinal que o coração parou. E por breves momentos parou sim!
I´ll be there
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
sábado, 31 de outubro de 2009
um porquê!
Faço o curucucu característico duma bossa nova enquanto amo uma mulher com o coração.
Feito num beijo bem aberto no pensamento e sorridente como os teus lábios. Ouve o ritmo e beija como sempre o fizeste. Vê bem que continuamos a fugir do que de vez em quando vês. Lucidez nessa hora! Lucidez nesse instante! Lucidez ruim!
Solto o acorde da guitarra envolto nos teus dedos. E não vou perder esta corda que nos liga, a tal que dá um som único.
Só quero saber afinal, em que rua é que vais passar, desamparada, sozinha e sem equilíbrio para lá estar para te segurar do nada! Ouve a canção do avião, a música na partitura, os porquês que só tu entendes, o altifalante que se reproduz em ti e que continuas sem ouvir.
É um amor sem saber chegar. Um ódio que não existe no coração. Uma fotografia na gaveta. Uma tempestade num da de Verão.
Porque acima de tudo quem manda é a voz da razão…do coração.
Feito num beijo bem aberto no pensamento e sorridente como os teus lábios. Ouve o ritmo e beija como sempre o fizeste. Vê bem que continuamos a fugir do que de vez em quando vês. Lucidez nessa hora! Lucidez nesse instante! Lucidez ruim!
Solto o acorde da guitarra envolto nos teus dedos. E não vou perder esta corda que nos liga, a tal que dá um som único.
Só quero saber afinal, em que rua é que vais passar, desamparada, sozinha e sem equilíbrio para lá estar para te segurar do nada! Ouve a canção do avião, a música na partitura, os porquês que só tu entendes, o altifalante que se reproduz em ti e que continuas sem ouvir.
É um amor sem saber chegar. Um ódio que não existe no coração. Uma fotografia na gaveta. Uma tempestade num da de Verão.
Porque acima de tudo quem manda é a voz da razão…do coração.
domingo, 18 de outubro de 2009
Contracapa
Por vezes só faz sentido parar e abraçar o nada.
Sentir que ainda há chão mesmo que amanhã esse mesmo chão não esteja cá.
Com um sorriso talvez esconda o que hoje me fez parar.
Permite-me olhar para ti novamente.
Permite-me estar envolto no abraço,
Tocar-te nas costas, sentir-te comigo.
Sem desespero permite-me escrever que foi contigo que nasci
Foi contigo que cresci e venci.
Mesmo que o fim não seja vitorioso
Permite-me dizer que contigo fui campeão
Fui vencedor. Foi tempo de dar… e não dei tudo de mim
Ensinaste-me a não estar de mão nos bolsos
A não cruzar os braços, a unir as mãos.
Ensinaste-me tanto mas tanto…
A luz ténue ainda brilha, sabes?
Agora, mesmo que não saibas “quem és tu”,
Mesmo que não saibas que estás descrita aqui
Ou que nunca leias estas palavras…
Deixa-me olhar para este lugar do céu,
O tal que um dia vais ocupar, sim esse!
E dizer-te,
Obrigado por me teres feito tão bem,
Tão feliz e tão completo.
Obrigado por nunca me teres deixado só
Nunca me teres abandonado e teres sempre,
Mas sempre… teres tido a coragem e a ousadia
De um dia me teres amado.
Levanta os braços.
Venceste a solidão.
Venceste só como tu sabes vencer!
Também será por ti e pelos teus que
Continuarei a criar imagens!
PRS
18/10/09
Sentir que ainda há chão mesmo que amanhã esse mesmo chão não esteja cá.
Com um sorriso talvez esconda o que hoje me fez parar.
Permite-me olhar para ti novamente.
Permite-me estar envolto no abraço,
Tocar-te nas costas, sentir-te comigo.
Sem desespero permite-me escrever que foi contigo que nasci
Foi contigo que cresci e venci.
Mesmo que o fim não seja vitorioso
Permite-me dizer que contigo fui campeão
Fui vencedor. Foi tempo de dar… e não dei tudo de mim
Ensinaste-me a não estar de mão nos bolsos
A não cruzar os braços, a unir as mãos.
Ensinaste-me tanto mas tanto…
A luz ténue ainda brilha, sabes?
Agora, mesmo que não saibas “quem és tu”,
Mesmo que não saibas que estás descrita aqui
Ou que nunca leias estas palavras…
Deixa-me olhar para este lugar do céu,
O tal que um dia vais ocupar, sim esse!
E dizer-te,
Obrigado por me teres feito tão bem,
Tão feliz e tão completo.
Obrigado por nunca me teres deixado só
Nunca me teres abandonado e teres sempre,
Mas sempre… teres tido a coragem e a ousadia
De um dia me teres amado.
Levanta os braços.
Venceste a solidão.
Venceste só como tu sabes vencer!
Também será por ti e pelos teus que
Continuarei a criar imagens!
PRS
18/10/09
Dizem que "Santana" é um prodígio na guitarra.
Um dia fez esta maravilha e a guitarra está pelo meio claro.
Agora deixo colorir o dia, a noite, a manhã, a tarde ou mesmo o ínicio ou final de um estado de espírito com "Smooth".
Preciso de algo "sobrenatural".
dá-me tu amor!
Shame now? Devias! Há coisas incriveis que não são nada fantásticas...
que um dia as cordas rebentem!
Um dia fez esta maravilha e a guitarra está pelo meio claro.
Agora deixo colorir o dia, a noite, a manhã, a tarde ou mesmo o ínicio ou final de um estado de espírito com "Smooth".
Preciso de algo "sobrenatural".
dá-me tu amor!
Shame now? Devias! Há coisas incriveis que não são nada fantásticas...
que um dia as cordas rebentem!
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